sábado, 12 de fevereiro de 2011

Declare guerra a quem finge te amar!!!


Há coração retalhado de sofrimento,
Padeço cada tempo na recordação,
Caíste no calabouço do isolamento,
Na ânsia constante por libertação.

Mas condena-te a ti mesmo a sofrer,
transferindo a mim uma dor irregular,
Pusilâmine, estéril só pensa em morrer,
Aos brados pulsa de forma tremular.

Abdica das vontades com egoísmo,
Covarde em vivenda de arcadismo,
Porque não hostiliza o pessimismo?

Declare guerra a quem finge te amar,
Aceite que ainda pode se apaixonar,
E assim com lucidez, tomará seu lugar.









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